Menos corrupção, mais Brasil!

Nesse fim de ano, duas situações antagônicas deixam marcas indeléveis na história 'política-jurídica-policial' do Brasil, como ícones da nova era que o país atravessa no combate à corrupção.

Trata-se dos casos do príncipe da 'Lava Jato' e do ex prefeito de São Paulo, ex-candidato a presidência da República, deputado por décadas, Paulo Maluf.

Ambos presos por denúncia de corrupção, uma prática endêmica enraizada no sistema político brasileiro e um tanto que no DNA dos agentes e autoridades públicas de nosso país.

O 'príncipe' depois de quase tres anos recluso, muda de 'fase': vai pra prisão domiciliar após acordo de delação na 'lava jato'..

O 'rei', após décadas de atuação polêmica na política, que vinha escapando do mensalão e da lava jato, vai para prisão fechada aos 86 anos de idade em processo que tramita há 20 anos na Justiça.

 

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Voar ou não voar, eis a questão...

O Ministerio Público Federal iniciou investigações apontando excessos no número (780) de viagens oficiais de Ministros de Estado do Governo Federal no período de um ano, gerando gastos de mais de R$ 30 milhões.

A PGR irá recomendar que o Planalto altere o Decreto Presidencial para regulamentar, de forma mais rígida e mais clara, o uso de aviões da FAB a serviço das autoridades políticas.

Matéria do jornal Folha de S. Paulo desta semana aponta supostos "abusos das autoridades que dão carona a familiares, amigos e lobistas não raro a lugares turísticos e para eventos festivos."

Há que se ter equilíbrio e bom senso para saber que algumas coisas, ainda que não sejam proibidas, não seriam permitidas. Ao mesmo tempo, os agentes públicos têm que lembrar que certas coisas, ainda que não sejam ilegais, não deixam de ser imorais. 

Em se tratando de Brasil regras e regulamento ainda são muito necessários para a correta cidadania, infelizmente.

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A febre do medo

Nos últimos dias, surtos de febre amarela têm assustado a população brasileira. Em São Paulo, registrou-se o maior número de casos da doença em 14 anos. A situação não está tão distante de Brasília. Goiás e Minas Gerais também tiveram dezenas de mortos. Mas, afinal, o que é a febre amarela e como tratá-la? A febre amarela é uma patologia infecciosa febril aguda. É transmitida por vetores artrópodes e causada por um vírus do gênero flavivirus, da família flaviviridae. Existem dois subtipos de febre amarela: silvestre e urbana. A silvestre acomete os macacos, que funcionam como hospedeiros do vírus quando picados pelos mosquitos Haemogogus Sabethes a outros macacos ou seres humanos não-vacinados que penetram no seu habitat natural, uma vez infectados, tornam-se vetores do vírus para sempre.

 

Transmissão

Macaco - mosquito - homem

Quando ocorre mortes em números de primatas macacos nas imediações de cidades urbanas, isso pode representar um alerta, informando o que o vírus pode estar circulando em tal área.                      

Urbana

A forma urbana após a vacinação e o intenso combate ao vetor e a imunização em quase toda população levaram a eliminação da doença em áreas urbanas. A forma urbana é transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue Zica e a febre Chikungunya. Ela acontece quando o mosquito pica uma pessoa doente, ser humano único hospedeiro, e depois ataca uma pessoa saudável, ciclo homem infectado  - mosquito - homem. Então, podemos falar que, no Brasil, a forma urbana já foi erradicada. 

 

Sintomas  

Os sintomas são parecidos aos de outros quadros virais, mas com mais intensidade: febre, cefaléia, calafrios, náuseas, vômitos, mialgia (dores musculares), icterícia (com pele e olhos amarelados), hemorragias (nas gengivas, nariz, estômago, intestino e urina).                

Diagnóstico

Como toda doença, tudo começa com uma boa investigação clínica por meio de uma consulta médica. Sintomas, histórico de vacinação e epidemiologia são muito importantes, mas o diagnóstico definitivo é realizado através de exames complementares laboratoriais: Mac - Elisa, Pcr ou isolamento do vírus em cultura.  

Tratamentos Não existem medicações específicas para matar o vírus. O tratamento deve ser a nível hospitalar multidisciplinar e com acompanhamento médico especialista, ou seja, um infectologista. Basicamente, o suporte clínico consiste em manter o paciente bem hidratado, com medicamentos que equilibrem a pressão arterial, faça a correção de desequilíbrios metabólicos, combata os sintomas e previna complicações. Trata-se de uma doença grave, podendo necessitar de hemodiálise e transfusão sanguínea.          

Vacinação No Brasil e no mundo existe uma vacinação segura e eficaz contra a doença, distribuída gratuitamente nos postos de saúde. A vacinação pela Organização Mundial de Saúde é preconizada em dose única e garante a imunidade para o resto da vida. Em território nacional, o Ministério da Saúde optou por manter o esquema de aplicação de duas doses da vacina contra febre amarela, recomendando uma dose de reforço após 10 anos da primeira dose. Toda pessoa adulta deve tomar a vacina, e crianças a partir de nove meses de idade, com raras exceções.                                                       

Fica dica!  Sempre que viajar para as áreas endêmicas da febre amarela, confirme se já foi vacinado e se tem o reforço, caso tenha tomado a vacina há mais de 10 anos. Procure orientações médicas.

 

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Coça coça

É tempo de calor, verão, folia e carnaval. Esse cenário lindo e agitado, na realidade, é perfeito para algumas doenças aparecerem, em especial a conjuntivite. Ela é a inflamação ou infecção da membrana externa do globo ocular (parte branca dos olhos) conjuntiva causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus.

 

Geralmente, essa enfermidade se inicia com coceiras nos olhos, comumente mais sutis. Aproximadamente um dia depois, vermelhidão, lacrimejamento, secreção (purulenta na bacteriana e esbranquiçada na viral) e inchamento das pálpebras aparecem, completando o quadro. Ardência, fotofobia e embaçamento da visão podem aparecer junto com estes sintomas. A conjuntivite, porém, é de fácil tratamento e dificilmente deixa sequelas.

 

A conjuntivite infecciosa é a mais comum, causada por vírus ou bactérias. Nesses casos, é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com secreção ou objetos contaminados. Portanto, a dica é evitar aglomerações e lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que são meios de fácil contaminação. São atitudes simples que evitam a proliferação da doença.

 

A mais comum é a viral em seguida a bacteriana, facilmente transmissíveis entre pessoas. Outras causas comuns são as alérgicas ou por contato com produtos tóxicos causada pelo contato direto com alguns agentes como  produtos de limpeza, sabão, cloro, tintas e qualquer outro item irritante. Uma das causas mais graves e mais agressivas é a conjuntivite pelo químico  cal, que pode levar a sérios danos na córnea.

 

Diagnóstico e tratamento

 

Conjuntivite é facilmente detectável através do exame clínico para o médico generalista ou oftalmologista, baseado nos sinais e sintomas do paciente. Para melhor precisão, pode ser feito um exame oftalmológico chamado biomicropsia, que aumenta a imagem em pelo menos 10 vezes, permitindo uma visualização perfeita da mucosa conjuntival.  Em alguns casos, pode ser feita a coleta da secreção para análise.

 

O tratamento é baseado no agente causador da patologia. Nos casos virais, não existem medicações específicas, apenas remediam-se os sintomas. Nas infecçõess bacterianas, é comum a prescrição de colírios com antibióticos, bem como nas alérgicas o uso de anti-histamínicos é essencial, tanto via oral quanto aplicados no colírio. As conjuntivites causadas por agentes químicos pedem outro tipo de atenção. É necessária a avaliação emergencial por um médico especialista, pois dependendo do agente químico, as sequelas podem ser graves e permanentes. Hoje, existem vários hospitais oftalmológicos que funcionam 24h por dia e que fazem esse tipo de atendimento de urgência.

 

Fica a dica

 

Não coce os olhos! Isso pode potencializar a proliferação dos agentes causadores da doença. Não se automedique! Qualquer acidente com produtos químicos, lave com água abundante e dirija-se imediatamente a um especialista. Outra dica é não compartilhar o uso de esponjas, rímeis, delineadores ou qualquer outro produto de beleza que entre em contato com os olhos.

 

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Luto na Gastronomia

Morreu nesta madrugada, aos 91 anos, Paul Bocuse considerado 'papa' da gastronomia francesa. Bocuse foi um dos primeiros exponentes da "nouvelle cuisine", que reinterpretou a culinária francesa tradicional com menos manteiga e creme e com foco em ingredientes frescos e apresentação elegante.

 

A notícia está no perfil oficial do chef no instagram. Bocuse que sofria da doença de Parkinson morreu em sua cidade natal, Collonges-au-Mont-d’Or, perto de Lyon, onde também mantinha seu famoso l’Auberge du Pont de Collonges, um dos raros premiados com as três estrelas Michelin.

 

 

 

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My Fun Menu

Já imaginou comer hambúrguer e donut de caramelo no avião? Agora é possível. A Air France lança o My Fun Menu, nova opção de menu à la carte a bordo, que o passageiro já pede antes mesmo de embarcar. 

A novidade vale para os voos de longa distância. O My Fun Menu - ou “Meu Menu Divertido”, em tradução livre - foi criado a partir de produtos de alta qualidade e agradará o paladar dos jovens gourmands mais exigentes. O menu já está disponível para compra para voos que partem a partir de 1º de abril de 2018, ao preço de € 13 ou 4.500 milhas.

No My Fun Menu, hambúrguer feito de carne francesa com queijo emmental e molho bearnaise, chips Kettle com sal marinho, iogurte Mini Yop (sabor morango) e donut com recheio de caramelo, além de balas de goma Haribo.   

Além do My Fun Menu, a companhia oferece também outros 4 menus: Le Marché de Jean Imbert, Une Sélection LeNôtre, Océan e Tradition, que devem ser solicitados pelo site no momento de compra da passagem, na seção “Suas Reservas”, no check-in online ou pelo call center da Air France com 24 horas de antecedência da partida do voo.

 

Entre os pratos dos outros menus, destaque para o ovo escalfado com estragão, camarões com tartar de abobrinha, filé de peixe-espada, arroz com amêndoas e purê de abóbora, polenta com cogumelos, nozes de St. Jacques e legumes, vitela salteada, e foie gras, peito de pato, croutons e salada.  

Para adoçar, mousse de manga com limão, fondant de frutas e bolo opera.

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